Por mais de um século, a infantaria pesada de Esparta foi considerada invencível em batalha aberta, uma reputação construída sobre vitórias reais e reforçada por décadas de narrativas gregas. Tebas conta a história da improvável cidade grega que destruiu essa reputação para sempre. Começa em 382 a.C., quando tropas espartanas tomam a acrópole tebana sem lutar e instalam um governo fantoche, e acompanha o pequeno grupo de patriotas exilados, liderados pelo ardoroso Pelópidas e pelo filósofo-soldado Epaminondas, que retomam sua cidade numa ousada conspiração noturna. Narra a criação do Batalhão Sagrado, um corpo de elite de trezentos homens unidos em pares por lealdade pessoal, e a revisão radical de Epaminondas sobre como uma falange deveria lutar, culminando na batalha de Leuctra em 371 a.C., quando um exército tebano supostamente inferior rompeu a linha principal espartana e matou seu rei. O livro acompanha o que veio depois: exércitos tebanos marchando pelo Peloponeso para libertar os hilotas da Messênia após três séculos de escravidão, e o breve, brilhante e, por fim, frágil período de liderança tebana, que desmoronou assim que seus dois generais fundadores desapareceram. É uma história para leitores que já conhecem a lenda de Esparta e querem saber o que aconteceu quando alguém finalmente a venceu: um relato de lealdade, gênio tático e da rapidez com que um mito de invencibilidade pode desaparecer assim que é posto à prova e revelado falso.
Por mais de um século, a infantaria pesada de Esparta foi considerada invencível em batalha aberta, uma reputação construída sobre vitórias reais e reforçada por décadas de narrativas gregas. Tebas conta a história da improvável cidade grega que destruiu essa reputação para sempre. Começa em 382 ...