Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis narra o retorno à sua cidade natal, um local feio e cinzento numa das regiões mais pobres de França, e à casa paterna. É o regresso a uma infância assombrada pela violência, a homofobia e a vergonha, mas também a tentativa de uma reconciliação com esse passado doloroso, materializado numa figura paterna dominadora, agora fisicamente diminuída, frágil e exposta.
Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, evocativo de Carta ao Pai de Franz Kafka, Quem Matou o Meu Pai representa o gesto que procura o perdão e ainda o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado ao poder político, a essa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais desfavorecidas.
Tradução de Luísa Benvinda Álvares.
Os elogios da crítica:
«Édouard Louis está na vanguarda da nova geração de escritores políticos franceses.»
Evening Standard
«Uma história esmagadora de reconciliação, perdão e conquista da ternura.»
Télérama
Édouard Louis nasceu em Hallencourt, França, em 1992. Estudou História na Universidade de Picardia e Sociologia na Escola Normal Superior de Paris. Obteve o imediato reconhecimento da crítica e do público com o seu polémico livro de estreia, Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule , de 2014, com o qual foi finalista do Prémio Goncourtpara Primeiro Romance. Confirmou o seu lugar no panorama literário internacional com as obras de autoficção História da Violência (2016) e Quem Matou o Meu Pai (2018), ambas adaptadas ao teatro. Seguiram-se títulos como Mudar: Método (2021) ou o mais recente O Colapso (2024). A sua obra está traduzida em mais de trinta países.
Édouard Louis nasceu em Hallencourt, França, em 1992. Estudou História na Universidade de Picardia e Sociologia na Escola Normal Superior de Paris. Obteve o imediato reconhecimento da crítica e do público com o seu polémico livro de estreia, Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule , de 2014, com o qual foi finalista do Prémio Goncourtpara Primeiro Romance. Confirmou o seu lugar no panorama literário internacional com as obras de autoficção História da Violência (2016) e Quem Matou o Meu Pai (2018), ambas adaptadas ao teatro. Seguiram-se títulos como Mudar: Método (2021) ou o mais recente O Colapso (2024). A sua obra está traduzida em mais de trinta países.