Prémio Inrockuptibles
«O meu irmão passou uma grande parte da sua vida a sonhar. No seu mundo pobre e operário, onde a violência social se manifestava muitas vezes na forma como limitava os seus desejos, ele imaginava que se tornaria um artesão mundialmente famoso, que viajaria, que faria fortuna, que repararia catedrais, que o seu pai, que tinha desaparecido, regressaria e o amaria. Os seus sonhos chocavam com o seu mundo e ele não conseguia realizar nenhum deles. Queria sobretudo fugir da sua vida, mas ninguém o tinha ensinado a fugir, e tudo nele, a sua brutalidade, o seu comportamento com as mulheres e com as outras pessoas, o condenava; as únicas coisas que lhe restavam para esquecer eram o jogo e o álcool. Aos trinta e oito anos, após anos de fracasso e depressão, foi encontrado morto no chão do seu pequeno estúdio. Este livro é a história do seu colapso.» É. L.
Sombrio, dilacerante, político e íntimo, O Colapso , vencedor do prémio Les Inrockuptibles, é o mais recente e aclamado livro de Édouard Louis.
Os elogios da crítica:
«Livro a livro, Édouard Louis vai compondo uma espécie de Oresteia contemporânea. A sua, porém, não descreve reis e semideuses, mas a classe operária do norte de França, dando um alcance trágico à história da sua própria família.»
Le Nouvel Observateur
Édouard Louis nasceu em Hallencourt, França, em 1992. Estudou História na Universidade de Picardia e Sociologia na Escola Normal Superior de Paris. Obteve o imediato reconhecimento da crítica e do público com o seu polémico livro de estreia, Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule , de 2014, com o qual foi finalista do Prémio Goncourtpara Primeiro Romance. Confirmou o seu lugar no panorama literário internacional com as obras de autoficção História da Violência (2016) e Quem Matou o Meu Pai (2018), ambas adaptadas ao teatro. Seguiram-se títulos como Mudar: Método (2021) ou o mais recente O Colapso (2024). A sua obra está traduzida em mais de trinta países.
Édouard Louis nasceu em Hallencourt, França, em 1992. Estudou História na Universidade de Picardia e Sociologia na Escola Normal Superior de Paris. Obteve o imediato reconhecimento da crítica e do público com o seu polémico livro de estreia, Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule , de 2014, com o qual foi finalista do Prémio Goncourtpara Primeiro Romance. Confirmou o seu lugar no panorama literário internacional com as obras de autoficção História da Violência (2016) e Quem Matou o Meu Pai (2018), ambas adaptadas ao teatro. Seguiram-se títulos como Mudar: Método (2021) ou o mais recente O Colapso (2024). A sua obra está traduzida em mais de trinta países.