MASHA – A Musa Silenciosa - Edição 1
Entre São Paulo e Yakutsk, um diálogo de almas
Entre o calor de São Paulo e os invernos extremos de Yakutsk, nasce uma obra que transcende fronteiras, idiomas e distâncias.
Masha – A Musa Silenciosa é uma coletânea de reflexões, poemas e narrativas inspiradas pela beleza dos encontros humanos, pela arte e pela capacidade que a imaginação possui de unir pessoas separadas por milhares de quilômetros.
Ao longo das páginas, o livro conduz o leitor por paisagens de neve e memória, esperança e silêncio, explorando temas universais como amizade, inspiração, solidão, amor à humanidade e o desejo de construir pontes entre diferentes culturas.
Como um fio invisível ligando dois mundos, Masha surge não como uma pessoa, mas como símbolo da musa que desperta a criação artística e mantém acesa a chama da sensibilidade humana.
A obra inclui acesso à música Permafrost, uma composição poética que complementa a experiência literária e convida o leitor a mergulhar em uma jornada através de memórias congeladas, silêncio e esperança de renascimento.
Uma homenagem à força da arte, ao diálogo entre culturas e ao fogo que habita o coração humano, desejando um mundo mais fraterno, mais belo e mais feliz.
Manoel Candido
Manoel Candido, natural de São Paulo, é um engenheiro e escritor reconhecido por sua capacidade de criar prosa poética que aborda, com sensibilidade, as complexidades da vida urbana contemporânea. Desde a adolescência, aos 14 anos, construiu uma trajetória artística ampla e multifacetada: iniciou-se na música, participou de produções teatrais amadoras, compôs para sua banda de rock e dedicou-se à escrita de poemas e peças de teatro.
Mais tarde, direcionou sua energia para o campo da engenharia química e outras áreas técnicas, afastando-se temporariamente da literatura. No entanto, no inicio do ano 2000, reencontrou sua voz criativa, entregando-se a narrativas que entrelaçam o realismo mágico às vivências cotidianas das grandes cidades brasileiras.
Neste livro, Manoel apresenta seus prelúdios, interlúdios poéticos que funcionam como pontes entre capítulos, expandindo a obra sem quebrar sua unidade estética. São fragmentos de silêncio e ressonância, que convidam o leitor a perceber que o universo não precisa ser explicado, mas ouvido.
Com uma abordagem interdisciplinar e uma escrita que une ciência, arte e contemplação, Manoel explora os efeitos transformadores das citações e dos interlúdios na evolução do pensamento humano. Seus textos são convites à escuta, da palavra, do silêncio e da vida que pulsa entre ambos.