Francisca Júlia (Brasil, 1871 1920) A Musa Impassível. Francisca trocou a lágrima fácil pelo cinzel, dominando a forma com um rigor que fez a crítica duvidar de sua autoria. Do mármore grego às sombras orientais, sua obra prova que a contenção estética é, muitas vezes, a mais nobre das emoções.