Quando o empresário Silas Thorne é encontrado morto em uma cena cuidadosamente planejada, o detetive Kael Rennick percebe que está diante de algo muito diferente de um assassinato comum.
Não há sinais de luta.
Não há motivação aparente.
Não há erros.
Apenas um corpo, um símbolo enigmático e uma mensagem codificada.
À medida que novas vítimas surgem, Kael descobre que o assassino segue uma lógica assustadora. Cada crime faz parte de um desenho maior. Cada morte ocupa uma posição exata dentro de um padrão geométrico cuidadosamente calculado.
O responsável pelas execuções se autodenomina Geômetra.
Brilhante.
Meticuloso.
Implacável.
Mas o que transforma a investigação em um pesadelo é uma descoberta inesperada: as pistas apontam para um segredo ligado ao desaparecimento do próprio pai de Kael, ocorrido anos antes.
Agora, para impedir o próximo assassinato, ele precisará decifrar uma sequência de enigmas que desafiam lógica, ciência e sanidade.
Cada resposta o aproxima da verdade.
E também da próxima vítima.
"O Último Silêncio" é um thriller eletrizante que combina investigação criminal, suspense psicológico, conspirações ocultas e um dos antagonistas mais intrigantes da ficção contemporânea.
Ideal para leitores de Dan Brown, Thomas Harris, Jeffery Deaver e Harlan Coben.
Wagner Romano Bomfim é escritor brasileiro, autor de obras que transitam entre a ficção literária, o suspense psicológico e a narrativa espiritual, sempre explorando os limites entre silêncio, identidade, fé, dor e consciência humana.
Sua escrita é marcada por profundidade emocional, atmosfera densa e questionamentos que permanecem com o leitor muito depois da última página. Wagner constrói histórias que não oferecem respostas fáceis, mas convidam à reflexão, ao confronto interno e à busca por sentido.
É autor dos livros Histórias da Luz, Entre a Realidade e Ficção, O Último Silêncio e A Cor Que Falta, obras que dialogam com leitores que buscam mais do que entretenimento: buscam verdade, intensidade e humanidade.
Seus livros abordam temas como fé, silêncio, escolhas, padrões invisíveis, pertencimento e transformação, combinando narrativa envolvente com um olhar sensível e crítico sobre a experiência humana.
Wagner acredita que a literatura existe para iluminar o que muitas vezes permanece oculto, dar nome ao que não é dito e provocar perguntas que realmente importam.