A Eurocopa oferece algo que a Copa do Mundo não consegue: um palco compacto e de altíssima pressão, onde uma única surpresa pode reescrever a história futebolística de uma nação. Eurocopa: a Copa do Mundo sem Brasil nem Argentina percorre sessenta anos do torneio mais intenso do continente, desde os primeiros campeonatos do pós-guerra até a ascensão da Espanha em 1964, as rivalidades holandesa e alemã dos anos 1970, a França de Platini em 1984, e os triunfos improváveis da Dinamarca em 1992 e da Grécia em 2004, chegando à dinastia do tiki-taka espanhol de 2008-2012. Em vez de seguir o calendário, o livro é organizado em torno das forças que definem a Eurocopa: os favoritos que dominam as eliminatórias, as seleções intrusas que às vezes viram tudo de cabeça para baixo, os anfitriões cuja vantagem de jogar em casa pode decidir um título, a agonia das disputas por pênaltis, os treinadores que reinventam a tática sob pressão, e as gerações que carregam a identidade de um país para dentro de campo. Escrito para leitores que já conhecem as grandes estrelas do futebol europeu, este é um relato rigoroso sobre o outro grande laboratório futebolístico do continente.
A Eurocopa oferece algo que a Copa do Mundo não consegue: um palco compacto e de altíssima pressão, onde uma única surpresa pode reescrever a história futebolística de uma nação. Eurocopa: a Copa do Mundo sem Brasil nem Argentina percorre sessenta anos do torneio mais intenso do continente, desde...