Hoje, a tuberculose ainda assola o mundo, mas, ao contrário de seu passado glamoroso, é associada a contextos de pobreza e percorre os caminhos de injustiça e desigualdade que nós mesmos trilhamos para ela.Em 2019, o autor best-seller John Green conheceu Henry Reider, um jovem de sorriso largo internado com tuberculose no Lakka, um hospital público em Serra Leoa. Os dois logo ficaram amigos. Desde essa primeira visita ao Lakka, John se tornou um defensor ativo da difusão do acesso ao tratamento da tuberculose e da conscientização sobre as desigualdades na área da saúde que permitem que essa doença infecciosa — curável e evitável — continue sendo a mais mortal de todas, vitimando mais de um milhão de pessoas todos os anos.
Em Tudo é tuberculose, John Green conta a história de Henry e utiliza os contextos científicos e sociais de como a tuberculose moldou nosso mundo — e como nossas escolhas decidirão o futuro da doença.
John Green, autor premiado e best-seller do New York Times, é formado em língua inglesa e estudos religiosos pelo Kenyon College, em Ohio. Nasceu em 1977 em Indiana, onde vive com a mulher e os filhos, mas ao longo dos anos morou em Nova York, Illinois, Michigan, Flórida e Alabama. Atuou como redator na National Public Radio em Chicago, foi editor-assistente e de produção da revista de resenhas literárias Booklist e assinou críticas de livros para o New York Times. Pela Intrínseca, publicou A culpa é das estrelas, Quem é você, Alasca?, Cidades de papel, O teorema Katherine, Tartarugas até lá embaixo, Antropoceno: notas sobre a vida na Terra e Tudo é tuberculose.