Um policial premiado brutal e de leitura compulsiva, do mesmo autor de Teatro de Fantoches.
Do autor premiado de Teatro de Fantoches
Vencedor do Prémio CWA Gold Dagger: O Melhor Policial do Ano
Poderá alguém estar vivo e, simultaneamente, morto?
Jared Keaton é o chef das estrelas. Encantador. Carismático. Psicopata... E está a cumprir pena de prisão perpétua pelo homicídio brutal da sua filha, Elizabeth. O corpo nunca foi encontrado, e Keaton foi condenado sobretudo com base no testemunho do inspetor Washington Poe.
Quando, seis anos depois, uma jovem entra a cambalear numa esquadra de polícia com provas irrefutáveis de que é Elizabeth Keaton, Poe dá por si no lado contrário de uma investigação que poderá custar-lhe muito mais do que a carreira.
Ajudado pela única pessoa em quem confia, a brilhante, mas socialmente desajeitada, Tilly Bradshaw, Poe esforça-se por responder à única pergunta que importa: como pode alguém estar vivo se morreu há seis anos?
E então Elizabeth torna a desaparecer... e todos os caminhos da investigação parecem levar novamente a Poe.
Elogios da crítica:
«O melhor policial do ano.» — Morning Star
«Brutal e de leitura compulsiva» — The Sun
M. W. Craven nasceu no condado de Cúmbria, no norte da Inglaterra, mas cresceu em Newcastle. Aos 16 anos, alistou-se no Exército «por acidente», decidindo depois viajar pelo mundo. Em 1995, formou-se em Serviço Social nas especialidades de criminologia e uso indevido de substâncias. Aos 30 anos regressou ao condado onde nasceu para ocupar o cargo de oficial de justiça, uma experiência que lhe viria a permitir transmitir um realismo sombrio à sua escrita. M. W. Craven é casado e vive na região onde nasceu com a mulher e com o seu springer spaniel.
M. W. Craven nasceu no condado de Cúmbria, no norte da Inglaterra, mas cresceu em Newcastle. Aos 16 anos, alistou-se no Exército «por acidente», decidindo depois viajar pelo mundo. Em 1995, formou-se em Serviço Social nas especialidades de criminologia e uso indevido de substâncias. Aos 30 anos regressou ao condado onde nasceu para ocupar o cargo de oficial de justiça, uma experiência que lhe viria a permitir transmitir um realismo sombrio à sua escrita. M. W. Craven é casado e vive na região onde nasceu com a mulher e com o seu springer spaniel.