Londres, século XIX. O médico John Watson volta da guerra sem dinheiro e sem rumo. A saída: dividir apartamento com um sujeito excêntrico, cheio de manias inexplicáveis e uma habilidade perturbadora de ler qualquer pessoa como um livro aberto. O nome dele? Sherlock Holmes.
Quando um homem aparece morto numa casa abandonada — sem marcas de violência, cercado por pistas que não fazem sentido — a polícia empaca. Holmes não. Ele enxerga o que ninguém vê. E Watson, sem perceber, acaba arrastado para uma investigação que vai revelar uma história de perseguição, vingança e segredos muito mais profundos do que qualquer um imaginava.
Um Estudo em Vermelho é onde tudo começa. Se você acha que conhece Sherlock Holmes, é hora de ler a história que deu origem a tudo.
Arthur Conan Doyle (1859–1930) era médico antes de se tornar o escritor que mudou para sempre a literatura policial. Nascido em Edimburgo, na Escócia, formou-se em Medicina — e foi justamente o olhar clínico e o raciocínio científico da profissão que deram vida ao personagem mais icônico do gênero: Sherlock Holmes.
Holmes estreou em Um Estudo em Vermelho, em 1887, ao lado do Dr. John Watson — e nunca mais saiu de cena. Doyle escreveu quatro romances e 56 contos com a dupla, criando histórias que não apenas atravessaram gerações, mas definiram o que o mundo entende por narrativa de investigação. Mais de um século depois, Sherlock Holmes continua sendo o detetive mais adaptado, mais citado e mais reconhecido da história da ficção.