Mateo não é o mesmo ao retornar a cidade praiana de Celístia, nem os moradores dali. A cidade cresceu, pessoas mudaram, modos de vida se transformaram. Turistas poluíram as águas do mar.
Mas com a chegada do verão, as águas de Celístia se aquecem, atraindo águas-vivas luminosas que ascendem ao céu noturno.
É o único fio que amarra Mateo ao seu passado caloroso, à família por tanto tempo unida, à filha morena do Seu Barton.
Lenisa.
Viaje nas memórias afetuosas de Mateo e presencie a fantástica Ascensão das Águas-vivas no conto Águas de Verão.
Apaixonado por História, Fantasia e Ecoficção. Autor de O Sangue da Deusa e criador do Universo das Nove Chamas. Escreve sobre a natureza em poemas e livros ecofantásticos. Inspirado pelo Studio Ghibli, Le Guin, Tolkien e Dmitry Glukhovsky.
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