Mais de 2 milhões de livros vendidos.
“Extraordinário. Emocionante. E essencialmente lindo. As memórias do jovem Dr. Kalanithi são a prova de que aqueles que estão morrendo são os que mais têm a nos ensinar sobre a vida.” – Atul Gawande, médico, autor de Mortais
Com apenas 36 anos, Paul Kalanithi foi diagnosticado com um câncer incurável.
Neurocirurgião brilhante, ele se viu diante de uma cruel inversão de papéis: num dia era o médico tratando de pacientes com problemas graves, no outro era o paciente lutando pela própria sobrevivência.
É o autor que narra sua trajetória: a descoberta da doença, a esperança de remissão, a decisão de se tornar pai, a consciência do fim, a angústia de se despedir da vida antes da hora.
Amante da literatura e da filosofia, Paul sempre buscou entender a relação entre a vida e a morte, a identidade e a consciência, a ética e a virtude. Seus questionamentos profundos encontram eco em nossas próprias reflexões: afinal, o que faz a vida valer a pena?
Paul morreu em 2015, deixando uma filha de 8 meses e o manuscrito inacabado deste livro. Quem escreveu as páginas finais e encaminhou o texto para publicação foi sua viúva, Lucy, atendendo ao último desejo do marido.
Paul Kalanithi foi neurocirurgião e escritor. Criado em Kingman, Arizona, se formou na Universidade Stanford em Literatura Inglesa e Biologia. Concluiu um mestrado em História e Filosofia da Ciência e da Medicina na Universidade de Cambridge e se formou cum laude na Faculdade de Medicina de Yale, onde foi convocado para a honorífica sociedade médica Alpha Omega Alpha. Voltou a Stanford para concluir sua residência em Cirurgia Neurológica e conduzir importantes pesquisas na área de neurologia. Paul morreu em março de 2015, deixando uma grande e amada família, que inclui a esposa, Lucy, e a filha, Elizabeth Acadia.
Lucy Kalanithi, viúva de Paul, estudou Medicina em Yale, e também era membro da Alpha Omega Alpha. Fez residência na Universidade da Califórnia e pós-doutorado em inovações em atendimento médico no Centro de Pesquisas Clínicas de Excelência de Stanford. Sua experiência pessoal fez com que desenvolvesse um grande interesse pelo atendimento de qualidade e o cuidado com os pacientes, principalmente os doentes terminais. Quando Paul morreu, este livro não estava concluído. Logo que foi lançado, chegou ao primeiro lugar da lista do The New York Times. Em menos de um mês, mais de 200 mil exemplares já tinham sido vendidos.