Em O Sistema, o autor transita da ciência para a ficção ao explorar uma inquietação pessoal surgida durante a escrita de uma obra histórica sobre o Japão e o contato com debates contemporâneos sobre robótica e inteligência artificial. Se projeções realistas já conseguem imaginar os próximos 10, 15 ou 50 anos, o que poderia acontecer em 500 anos? A resposta não pertence mais ao campo da previsão científica, mas ao da imaginação rigorosa. É nesse território — o da incógnita — que este romance se insere. Boa leitura.
Em O Sistema, o autor transita da ciência para a ficção ao explorar uma inquietação pessoal surgida durante a escrita de uma obra histórica sobre o Japão e o contato com debates contemporâneos sobre robótica e inteligência artificial. Se projeções realistas já conseguem imaginar os próximos 10, 1...