Levarei o fogo comigo

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About this ebook

Depois de O país dos outros e Vejam como dançamos, eis o romance que encerra um poderoso fresco familiar e social, o manifesto político e afetivo de Leïla Slimani.
Um dos melhores livros do ano | Expresso

Mia e Inès formam a terceira geração da família Belhaj, que conhecemos nas páginas de O país dos outros. Nasceram em Marrocos, na década de 1980, num país dividido entre o desejo de modernidade e o medo de perder a alma e as tradições. É todo um novo mundo, e as duas irmãs terão de encontrar nele o seu lugar, cada uma à sua maneira, na solidão ou no exílio, no excesso ou na contenção, enfrentando o preconceito e o desprezo enquanto abraçam todas as promessas.
O fôlego que as move é a ânsia de liberdade, que tem as suas raízes nas mulheres cujo sangue lhes corre nas veias: a avó Mathilde, a mãe Aïcha e a tia Selma. É nessa busca pela liberdade que Mia parte para Paris, levando consigo o fogo e a escrita. Caberá a Mia contar a história do seu povo.
Levarei o fogo comigo completa um tríptico magistral, retrato dos heróis e heroínas deste e de outros tempos. Uma saga inspirada na família da escritora, eivada de um impressionante vigor poético, que chega ao fim, mas permanecerá com os milhões de leitores que se apaixonaram por estas vidas.

Os elogios da crítica:
«Inquestionavelmente, o mais poderoso dos três romances. [...] O mais intimista também. Leïla Slimani, confirma-se, é uma grande escritora.»
Le Parisien
«Leïla Slimani encerra brilhantemente esta trilogia inspirada na história da sua família.»
Télérama
«Leïla Slimani encerra magistralmente esta trilogia passada entre Marrocos e França, que oferece aos seus protagonistas o asilo de um outro país: o do romance.»
Le Monde
«Mais uma vez, o fresco político e familiar desenhado por Leïla Slimani impressiona pelo seu rigor e riqueza.»
L'Express
«Menos épico, mais intimista, com uma escrita renovada e comovente.»
ELLE
«Este fresco desenhado no coração da atual Marrocos torna-se uma fabulosa demanda das irmãs Mia e Inès pela liberdade.»
Madame Figaro
«Leïla Slimani pinta com grande realismo o retrato dos heróis e heroínas com que se depara tanto no passado como nos dias de hoje.»
Bastille Magazine
«O estilo de Leïla Slimani é sóbrio, não procura o consentimento da modernidade fugaz, persegue o seu objetivo, que é o de contar uma história e dar-lhe vida da forma mais precisa possível. O resultado é uma saga que encantará todos os leitores.»
Le Figaro Littéraire
«Há [nesta trilogia] uma ambição clássica: a de narrar a história de um povo através de uma família. O romance histórico reencontra-se aqui com uma voz feminina que não abdica da intimidade nem da política. O país dos outros seguiu Mathilde, a avó francesa que se casa com um marroquino e enfrenta o exílio do amor. Vejam como dançamos acompanhou a geração seguinte, à procura de uma modernidade ambígua, onde a liberdade se confunde com a solidão. Levarei o fogo comigo dá-nos Mia e Inès — netas de Mathilde — a viverem os anos 1980 e 1990, numa globalização em curso, onde a identidade não é apenas uma questão de geografia, mas de linguagem, género, corpo, memória.»
Isabel Lucas, Público
«Leïla Slimani é um dos novos portentos da literatura em todo o mundo. [...] Uma das vozes mais fortes, sagazes, inteligentes, capazes e talentosas da literatura contemporânea.»
Ana Bárbara Pedrosa, Observador

Depois de O país dos outros e Vejam como dançamos, eis o romance que encerra um poderoso fresco familiar e social, o manifesto político e afetivo de Leïla Slimani. Um dos melhores livros do ano | Expresso Mia e Inès formam a terceira geração da família Belhaj, que conhecemos nas páginas de O pa...

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About the author

Leïla Slimani nasceu em 1981, em Rabat, Marrocos, numa família francófona.

Aos 17 anos, partiu para Paris, onde estudou Ciências Políticas. Antes de se dedicar à escrita, trabalhou como jornalista. Publicou o primeiro romance - No jardim do ogre - em 2014 e obteve imediato reconhecimento da crítica e dos leitores, conquistando o Prémio Mamounia. Canção doce confirmou o seu papel nas Letras francesas e valeu-lhe a atribuição do Prémio Goncourt, o mais prestigiado prémioliterário em França. Publicado em mais de quarenta países, e com mais de um milhão de leitores espalhados pelo mundo, Canção doce foi adaptado ao cinema e eleito um dos dez livros do ano pelo New York Times Book Review. O país dos outros, terceiro romance da autora, venceu o Grand Prix de l'Héroïne Madame Figaro, e dá início à trilogia que Levarei o fogo comigo encerra - depois de um segundo volume, Vejam como dançamos - e que colheu grandes elogios por parte da crítica e dos leitores. Além dos romances, Leïla Slimani publicou vários livros de opinião e ensaio - entre eles, O perfume das flores à noite, O Diabo está nos detalhes e Assalto à fronteira - e mantém atividade cívica em defesa dos direitos humanos.

Liderou uma campanha para ajudar as mulheres marroquinas a reclamar os seus direitos, o que lhe valeu o Prémio Simone de Beauvoir para a Liberdade das Mulheres.

Leïla Slimani nasceu em 1981, em Rabat, Marrocos, numa família francófona.

Aos 17 anos, partiu para Paris, onde estudou Ciências Políticas. Antes de se dedicar à escrita, trabalhou como jornalista. Publicou o primeiro romance - No jardim do ogre - em 2014 e obteve imediato reconhecimento da crítica e dos leitores, conquistando o Prémio Mamounia. Canção doce confirmou o seu papel nas Letras francesas e valeu-lhe a atribuição do Prémio Goncourt, o mais prestigiado prémioliterário em França. Publicado em mais de quarenta países, e com mais de um milhão de leitores espalhados pelo mundo, Canção doce foi adaptado ao cinema e eleito um dos dez livros do ano pelo New York Times Book Review. O país dos outros, terceiro romance da autora, venceu o Grand Prix de l'Héroïne Madame Figaro, e dá início à trilogia que Levarei o fogo comigo encerra - depois de um segundo volume, Vejam como dançamos - e que colheu grandes elogios por parte da crítica e dos leitores. Além dos romances, Leïla Slimani publicou vários livros de opinião e ensaio - entre eles, O perfume das flores à noite, O Diabo está nos detalhes e Assalto à fronteira - e mantém atividade cívica em defesa dos direitos humanos.

Liderou uma campanha para ajudar as mulheres marroquinas a reclamar os seus direitos, o que lhe valeu o Prémio Simone de Beauvoir para a Liberdade das Mulheres.

Leïla Slimani nasceu em 1981, em Rabat, Marrocos, numa família francófona. Aos 17 anos, partiu para Paris, onde estudou Ciências Políticas. Antes de se dedicar à escrita, trabalhou como jornalista. Publicou o primeiro romance - No jardim do ogre - em 2014 e obteve imediato reconhecimento da críti...

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