Há uma palavra que aparece em todos os idiomas mortos que o linguista Marek Wysocki já decifrou. Ela muda de som, de traço, de alfabeto — mas nunca muda de sentido. Os sumérios a gravaram em argila. Os coptas a esconderam nas margens de evangelhos que a Igreja preferiu esquecer. A palavra é exílio. Depois de vinte anos convencido de que a história humana era uma equação resolvível — que bastava evidência suficiente para dissolver qualquer anomalia em explicação —, Marek recebe um fragmento sem procedência, catalogado por um laboratório que não existe em nenhum registro oficial. E a palavra está lá, repetida sete vezes, cercada de símbolos que ele reconhece antes mesmo de conseguir traduzi-los. O que ele imaginava ser uma seita esquecida rapidamente se revela outra coisa — algo antigo demais para ser apenas crença, e perigoso demais para continuar enterrado. "O Último Registro" é um thriller de mistério arqueológico-linguístico sobre o que a humanidade escolheu esquecer, e sobre quem ainda trabalha, silenciosamente, para que continue assim. Uma leitura compacta e envolvente, ideal para quem busca um mistério intenso em poucas sentadas.
Há uma palavra que aparece em todos os idiomas mortos que o linguista Marek Wysocki já decifrou. Ela muda de som, de traço, de alfabeto — mas nunca muda de sentido. Os sumérios a gravaram em argila. Os coptas a esconderam nas margens de evangelhos que a Igreja preferiu esquecer. A palavra é exíli...