Em "Novum Organum", o pensador e filósofo e político do Renascimento Francis Bacon apresenta um método científico que fundamentou o início da Ciência Moderna. Com um olhar crítico sobre os métodos tradicionais de investigação e conhecimento, Bacon introduz o conceito de indução, destacando a importância da experimentação, observação e análise rigorosa dos fenômenos naturais. Ele explora as limitações da mente humana, os "ídolos da mente", que podem distorcer nossa percepção da realidade e nos afastar da verdade. Ao longo de "Novum Organum", Bacon explora a relação entre indução e dedução, delineando princípios essenciais para a obtenção do conhecimento verdadeiro e a descoberta das leis fundamentais que regem o universo. Ele destaca a necessidade de separar o conhecimento científico da filosofia tradicional e da religião, buscando uma observação imparcial e lógica. O livro é uma leitura essencial para aqueles interessados na história da ciência, na filosofia do conhecimento e na evolução das ideias que moldaram nossa compreensão moderna do mundo. O nome original em latim do trabalho de Bacon é Novum Organum Scientiarum, sive Indicia vera de Interpretatione Naturae (1620), que seria "Novos Métodos das Ciências, ou Verdadeiros Indícios para a Interpretação da Natureza"; mas como ficou mais conhecido como "Novo Organon" editorialmente em tempos modernos, incluímos este termo no subtítulo para o leitor não achar que se trata de outra obra.
Em "Novum Organum", o pensador e filósofo e político do Renascimento Francis Bacon apresenta um método científico que fundamentou o início da Ciência Moderna. Com um olhar crítico sobre os métodos tradicionais de investigação e conhecimento, Bacon introduz o conceito de indução, destacando a impo...