A família Burgess era perfeita, vivia numa casa amarela no topo de uma colina da pacata cidade de Shirley Falls, até o patriarca morrer num acidente de contornos bizarros. Assombrados pela tragédia, Jim e Bob Burgess abandonam a cidade natal assim que podem, para fazer vida em Nova Iorque. Jim, carismático e ambicioso, constrói uma carreira de sucesso como advogado corporativo, a passo que Bob, um bom coração ensombrado pelo remorso, tenta encontrar o seu lugar à sombra do irmão mais velho. Sem esquecer os traumas da infância, levam na cidade grande uma vida confortável, apenas ameaçada pela crise de meia-idade.
Mas a ameaça chega de onde já não esperavam, quando a irmã Susan - a Burgess que ficou para trás, gémea de Bob - os chama de regresso a casa, para ajudar o filho Zach, um «mosquinha morta» acusado de um crime de ódio. No cenário da sua infância, as tensões, os silêncios e os ressentimentos ressurgem de formas inesperadas, comprometendo a difícil tarefa de se reconciliarem com o passado, antes que seja tarde demais.
Elizabeth Strout retorna a Shirley Falls, a pacata cidade do Maine que simboliza tantas pequenas cidades americanas, para nos apresentar a Bob Burgess, irresistivelmente humano e imperfeito. Com a sensibilidade e delicadeza que a caracterizam, oferece-nos uma história inesquecível sobre o que significa pertencer: a uma família, a um lugar e a nós mesmos.
«A autora norte-americana dá sempre personagens que são gente, e o dia a dia com o que tem de real e de banal, de literário. Em vez do épico, Strout busca a coisa pouca, que é o que mais a engrandece.»
Ana Bárbara Pedrosa, Expresso
«Não é uma história do bem contra o mal, mas antes uma reflexão complexa e corajosa sobre as relações políticas e familiares, dos efeitos da culpa e da mentira, das motivações e fracassos das pessoas. Um retrato de uma pequena cidade que é extremamente cativante, memorável e, apesar de tudo, esperançoso.»
Guardian
«O que torna este romance genuíno é ser confuso, emaranhado e digressivo. Nele saboreia-se a autenticidade da imperfeição.»
NPR
«Strout dá vida ao banal com uma força impressionante.»
New Yorker
«O que torna Strout verdadeiramente excepcional [...] é o equilíbrio perfeito que alcança entre a fluidez narrativa e a profundidade dos sentimentos.»
Chicago Tribune
«Strout manuseia as suas narrativas com elegância, inteligência e um humor subtil, exibindo uma grande sensibilidade para a forma como as pessoas falam com aqueles que amam.»
New York Times
«A grande virtude de Elizabeth Strout é a desafetação: as histórias não precisam de ser grandiosas, porque a experiência humana também não o é; acontece no quotidiano, nas conversas, nos gestos. Os romances de Strout são universais.»
Los Angeles Times
«Uma escritora elegante, engenhosa e de apurada sensibilidade: um valor seguro para todos os leitores exigentes.»
Babelia
«Uma escritora extraordinária, que se dedica às subtilezas das relações humanas.»
Observer
Elizabeth Strout nasceu em 1956 em Portland, nos Estados Unidos da América, e é uma das romancistas americanas mais aclamadas da atualidade. Além do sucesso mundial que obteve com o romance Olive Kitteridge, que lhe valeu o Prémio Pulitzer, recebeu ainda o Los Angeles Times Art Seidenbaum Award e o Chicago Tribune Heartland Prize pelo seu romance de estreia, Amy e Isabelle. Foi também finalista dos prémios PEN/Faulkner Award, Orange Prize e International Dublin Literary Award, no Reino Unido.
Na Alfaguara, estão publicados nove romances de Elizabeth Strout, incluindo o primeiro, Amy e Isabelle. A escritora Lucy Barton é a protagonista de O meu nome é Lucy Barton (finalista do Booker Prize), Tudo é possível (vencedor do Story Prize), Oh, William! e Lucy à beira-mar. A professora Olive Kitteridge está no centro do romance homónimo - vencedor dos prémios Pulitzer, Llibreter, Bancarella y Mondello e adaptado a uma aclamada série de televisão - e de A segunda vida de Olive Kitteridge. Em Conta-me tudo reúnem-se Lucy Barton, Olive Kitteridge e Bob Burgess, personagem central de Os irmãos Burgess.
Elizabeth Strout nasceu em 1956 em Portland, nos Estados Unidos da América, e é uma das romancistas americanas mais aclamadas da atualidade. Além do sucesso mundial que obteve com o romance Olive Kitteridge, que lhe valeu o Prémio Pulitzer, recebeu ainda o Los Angeles Times Art Seidenbaum Award e o Chicago Tribune Heartland Prize pelo seu romance de estreia, Amy e Isabelle. Foi também finalista dos prémios PEN/Faulkner Award, Orange Prize e International Dublin Literary Award, no Reino Unido.
Na Alfaguara, estão publicados nove romances de Elizabeth Strout, incluindo o primeiro, Amy e Isabelle. A escritora Lucy Barton é a protagonista de O meu nome é Lucy Barton (finalista do Booker Prize), Tudo é possível (vencedor do Story Prize), Oh, William! e Lucy à beira-mar. A professora Olive Kitteridge está no centro do romance homónimo - vencedor dos prémios Pulitzer, Llibreter, Bancarella y Mondello e adaptado a uma aclamada série de televisão - e de A segunda vida de Olive Kitteridge. Em Conta-me tudo reúnem-se Lucy Barton, Olive Kitteridge e Bob Burgess, personagem central de Os irmãos Burgess.