A inteligência artificial está transformando a forma como trabalhamos, decidimos e produzimos conhecimento. Mas permanece uma questão essencial: quem continua sendo responsável quando uma decisão é tomada com o apoio da IA? Em Governança em Inteligência Artificial: A decisão é, obrigatoriamente, humana, Ednei Costa apresenta uma abordagem estruturada sobre a necessidade de preservar a soberania decisória humana em um cenário de crescente automação. A obra demonstra que sistemas de inteligência artificial podem ampliar capacidades, acelerar análises e apoiar processos, mas não possuem legitimidade para assumir decisões humanas de consequência real. Sempre que existe impacto jurídico, financeiro, patrimonial, institucional ou humano, a responsabilidade permanece sendo das pessoas e das organizações. O livro aborda os limites técnicos e institucionais da IA, a diferença entre assistência inteligente e delegação decisória, os riscos da ausência de governança, responsabilidade, accountability, validação humana e estruturas de controle para ambientes amplificados por inteligência artificial. Mais do que discutir tecnologia, esta obra apresenta princípios permanentes de governança aplicáveis a empresas, instituições, gestores, executivos, advogados, consultores, pesquisadores e profissionais que utilizam inteligência artificial sem abdicar da responsabilidade pelas decisões. A inteligência artificial pode apoiar decisões. A responsabilidade por decidir continua sendo, humana.
A inteligência artificial está transformando a forma como trabalhamos, decidimos e produzimos conhecimento. Mas permanece uma questão essencial: quem continua sendo responsável quando uma decisão é tomada com o apoio da IA? Em Governança em Inteligência Artificial: A decisão é, obrigatoriamente, ...