Avantesmas: Histórias góticas de fantasmas reinventadas, Edição 2

· Gutenberg Editora
Ebook
208
Pages
Eligible
This book will become available on October 30, 2026. You will not be charged until it is released.

About this ebook

Faixa etária: A partir dos 10 anos Temas: Fantasmas, terror, histórias sobrenaturais, literatura brasileira, literatura fantástica O que existe depois da morte? E será que os mortos podem voltar para assombrar os vivos? Em Avantesmas, Claudio Blanc reconta treze histórias clássicas de fantasmas escritas por alguns dos grandes mestres da literatura. Guy de Maupassant, Robert Louis Stevenson, H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe, Arthur Conan Doyle, Sheridan Le Fanu, William Butler Yeats, Anton Tchekhov e outros autores conduzem o leitor por mansões abandonadas, catacumbas, quartos malditos, cemitérios e lugares onde a fronteira entre o mundo dos vivos e o dos mortos se desfaz. Preservando a imaginação e a atmosfera dos textos originais, mas adaptando sua linguagem para o leitor contemporâneo, Claudio Blanc apresenta histórias de medo, mistério, assombração, loucura e sobrenatural. Uma antologia para quem gosta de literatura gótica e quer descobrir – ou redescobrir – alguns dos mais inquietantes fantasmas da literatura universal.
Faixa etária: A partir dos 10 anos Temas: Fantasmas, terror, histórias sobrenaturais, literatura brasileira, literatura fantástica O que existe depois da morte? E será que os mortos podem voltar para assombrar os vivos? Em Avantesmas, Claudio Blanc reconta treze histórias clássicas de fantasmas e...

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About the author

Claudio Blanc - Blanc, Claudio Sempre fui fascinado por histórias, a ponto de me tornar um colecionador delas. Penso como o escritor norte-americano Paul Auster, que disse que as pessoas precisam de histórias tanto quanto necessitam de ar e de alimento. Elas nos mostram caminhos, transportam nossa mente no tempo, criam emoções, informam, fascinam e nos tornam mais sábios. As histórias, de certa forma, aproximam-nos da magia. E, por gostar tanto de histórias, tornei-me escritor, jornalista, tradutor e editor. Assim, elas se tornaram o objeto e o objetivo do meu trabalho. Por meio das histórias, desperto a memória dos mortos, visito eras passadas, viajo para países e mundos exóticos, conheço usos e costumes, modos e maneiras de todos os homens e mulheres que já viveram neste planeta e converso, por meio de texto, com as mentes mais brilhantes, vivas ou finadas. Porque é isso que acontece com qualquer um que lê, ouve ou reconta uma história: uma verdadeira mágica. Um dos gêneros de que mais gosto são os contos de fantasmas de todas as épocas e povos, sejam folclóricos ou literários. Sempre impressionantes, eles nos mostram um aspecto crucial da nossa condição humana: a certeza da morte e a especulação do que virá depois ou se haverá depois. E estas são minhas histórias de fantasmas preferidas, as que julgo mais intrigantes, inspiradoras, um tanto aterrorizantes e por que não? divertidas. E, como os fantasmas trazem antiguidade, evocam outras épocas, falam de tempos passados, escolhi uma palavra antiga para dar nome a esta antologia: Avantesmas, que significa fantasmas , em português arcaico. Dessa forma, ressuscito, junto com os fantasmas, também uma palavra morta. Uma palavra estranha com a qual quero fazer você lembrar que, provavelmente, há alguém mais lendo estas histórias por cima de seus ombros. Alguém que você pode não estar vendo, nem sentindo, ou, sequer, percebendo. Kako - Nasci em São Paulo já desenhando livros. Lápis de cor, canetas e papéis nunca faltaram em casa para mim e para meu irmão Bruno, e a cada viagem que fazíamos ganhávamos, cada um, um caderno de desenho novo, que era preenchido incessantemente durante nossos longos dias de férias. Não importava para nós se os cadernos ficavam sujos de barro durante nossas andanças seguindo o riacho em Cascata, sítio de meu avô entre São Paulo e Minas. Muito menos se as canetas entupiam com a areia das praias de Peruíbe ou Guarujá. O que importava é que a mão não podia parar. A cabeça também não. Não só o material era abundante, como também livros, livros e mais livros. Os queridos personagens de Lobato, o jovem herói de Lúcia Machado de Almeida, os aventureiros de Tolkien e Verne e até o espião de Fleming nos acompanhavam sempre e preenchiam páginas e páginas de nossos cadernos. Tudo era muito intenso e grandioso, pois para nós o mundo real nunca era o bastante. Hoje, quase 40 anos depois, continuo com o mesmo sentimento e volto a ser aquele moleque que fui toda vez que tenho a tarefa de ilustrar um novo livro. Que sorte a minha!
Claudio Blanc - Blanc, Claudio Sempre fui fascinado por histórias, a ponto de me tornar um colecionador delas. Penso como o escritor norte-americano Paul Auster, que disse que as pessoas precisam de histórias tanto quanto necessitam de ar e de alimento. Elas nos mostram caminhos, transportam noss...

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